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Atualizado em outubro de 2007 - fonte CBKC

Título original: Prüfungsordnung – Der Verbandes Für Deutsches Hundewesen - VDH. Göltig AB 1.Januar 1996.
Traduzida do original alemão e cotejado com a tradução da COAPA para o castelhano, realizada por Ortrud Kahl de Olbertz e revisada pelo Árbitro de trabalho, Willy Miebach M. (Chile).
Responsável pela tradução para a língua portuguesa: Lucas Mancini
Revisão: Miguel Bove Netto
Supervisão técnica: Comissão Técnica do Conselho de Árbitros de Adestramento da SBCPA.
Texto para a versão CBKC: Bruno Tausz.

GLOSSÁRIO

Termos utilizados em alemão e sua correspondência em português.

PO: Prüfungsordnung
VDH: Verband für das Deutsche Hundewesen
AZG: Arbeitsgemeinschaft für Zuchtvereines und Gebrauchshundverbände
SchH A: Schutzhund A
SchH 1: Schutzhund 1
SchH 2: Schutzhund 2
SchH 3: Schutzhund 3
FH 1: Fährtenhundsprüfung
FH 2: Fährtenhundsprüfung
BH: Begleithund
WH: Watchhundsprüfung
RPT. Rettungshund
AD: Ausdauersprüfung

Regulamento de Provas
Kennel Clube Alemão
Comunidade de Trabalho para Clubes de Criadores e Federações de Cães de Trabalho.
CA: Cão Adestrado
CG 1: Cão de Guarda 1
CG 2: Cão de Guarda 2
CG 3: Cão de Guarda 3
CF 1: Cão de Faro 1
CF 2: Cão de Faro 2
CE: Cão de Escolta.
PCS: Provas para Cães de Salvamento
PR: Prova de Resistência

Disposições Gerais.
Este regulamento entrou em vigor na WUSV no dia 01 .01. 1996, substituindo todos os outros válidos até aquela data, nos clubes ou federações e na CBKC no dia 17 .06. 1997.
As Provas e Campeonatos reger-se-ão por normas desportivas quanto ao seu desenvolvimento e comportamento dos participantes. A forma de apresentação e a avaliação estão determinadas no Regulamento de Provas da VDH - Alemanha. Todos os participantes devem submeter-se as disposições deste Regulamento, e cumprir com as mesmas exigências.
Os eventos são públicos e o local, data e hora das provas devem ser comunicados a todos os sócios.
As federações membros da AZG também estão sujeitas às mesmas condições.

Etapas de Provas e Idade Mínima

O Regulamento de Provas está dividido em:

Tipo de Prova
Sigla
Idade Mínima

Cão Adestrado
CA
18 meses

Cão de Guarda 1
CG1
18 meses

Cão de Guarda 2
CG2
19 meses

Cão de Guarda 3
CG3
20 meses

Cão de Faro 1
CF1
16 meses

Cão de Faro 2
CF2
20 meses

Prova de Resistência
PR
16 meses

Prova de Salvamento
PS
14 meses

Eventos que não tenham caráter de Provas Oficiais, devem seguir o regulamento especifico e próprio.

Estão terminantemente proibidos os eventos que tenham somente demonstrações de ataque.

Calendário de Provas:
As datas serão fixadas pelos clubes promotores com uma antecedência mínima de 3 meses.

Dias Reservados para Provas:
Sábados, domingos e feriados.
As sextas feiras podem ser utilizadas somente após as 12:00 hs e só poderão ser programadas juntamente com o sábado e o domingo do mesmo fim de semana, quando o número de cães assim o exigir.
As provas não poderão ser realizadas exclusivamente às sextas feiras, exceção feita quando coincidir com um feriado.
Um condutor não pode apresentar mais do que 02 cães no mesmo evento e somente pode participar em uma prova por dia.
Quando o clube promotor suspende uma prova por qualquer motivo justificado, é necessário comunicar a decisão ao Árbitro.

Tipos de Provas e Quantidades de Cães Examinados por dia:

Tipo de Prova
Examinados
Prova de Resistência

Máximo
20 seções
20 cães

Mínimo
4 seções
4 seções

Quando se inscrevem mais de 10 cães para a prova de faro será necessário um segundo Árbitro. Se este segundo Árbitro supervisionar as colocações das pistas de faro, deverá assinar também a documentação da prova.

Divisão de exames por quantidade de seções

CA
CG1
CG2
CG3
CF1/2
FCI - CF por dia
PS
PG

2
3
3
3
3
3
2
2

Em princípio um Árbitro pode julgar até 30 seções por dia e 15 nas sextas feiras. Não é necessário somar os cães que se apresentem para exames de CAB ao total de cães julgados nas demais provas.
O menor número de participantes inscritos para uma prova deve ser de pelo menos 4 cães. Não serão homologadas as provas com um número menor de cães participantes.
Todo cão poderá repetir uma prova mal sucedida da mesma categoria, sem carência, porém, nunca dentro do mesmo evento.
Somente poderão ser apresentados cães sadios.
Os cães poderão competir numa só categoria de adestramento, num mesmo evento.
Um cão aprovado em uma categoria de adestramento só poderá prestar exame para a categoria seguinte, após uma carência de 4 semanas.
Se um cão já atingiu a idade mínima regulamentar não há tempo mínimo de carência entre as provas de CG 1 / CF 1 e entre o CG e o CF.

Quesitos para Inscrição:

Os eventos estão abertos aos sócios de todos os clubes filiados ao sistema FCI / CBKC.
As provas só serão reconhecidas se forem realizadas por uma entidade de cães de trabalho pertencente ao sistema CBKC ou reconhecida pela FCI e com Árbitro de trabalho reconhecido pela FCI.
É permitida a participação de cadelas no cio, entretanto, deverão apresentar-se no final da prova. Se houver mais de uma cadela nesta condição, se fará sorteio entre as participantes, para a ordem de apresentação, afim de que haja igualdade de tratamento, sempre no fim das provas dos demais.
Para campeonatos de trabalho ou de qualificação para tal, cada clube filiado o sistema FCI / CBKC, poderá ter regulamentos próprios para participação, com disposições especiais.

Participantes das Provas:

Para participar de uma prova de trabalho tanto o condutor quanto o proprietário do cão, devem ser sócios de um clube do sitema FCI / CBKC.
Todo participante deve ter uma apólice de seguro para danos contra terceiros que possam ser ocasionados pelo seu cão.
Os cães participantes devem apresentar atestados de vacina contra a raiva, de acordo com as disposições vigentes.
Seja qual for o resultado de uma seção, o condutor fica obrigado a continuar na prova em todas as seções, sempre que o Árbitro não vir razões para interromper a prova.
Se durante uma prova um cão se fere ou fica doente, deverá ser conduzido ao veterinário que certificará o fato e, se anotará: "Interrupção por enfermidade". Porém, se o condutor se recusar a apresentar o seu cão ao veterinário deverá ser anotado: "lnsuficiente por interrupção".

Prova de Caráter:

Antes de serem admitidos para Provas de CA, CG e CF os cães devem ser submetidos à prova de caráter, apartir da qual, o caráter do cão estará sendo apreciado durante o decorrer de toda a prova.
Quando, em qualquer momento da prova, um exemplar demonstrar falha de caráter sua prova será interrompida e, conseqüentemente excluído das etapas subsequentes.
Anotação: "Reprovado na Prova de Caráter".

Pontuação e Qualificações:

A pontuação máxima de cada seção é de 100. Cada exemplar inicia sua prova com a pontuação máxima. A cada falta cometida serão descontados os pontos correspondentes. A pontuação mínima para a outorga de um título de adestramento é de 70 pontos em cada uma das seções A e B e um mínimo de 80 pontos na seção C. No exame de CA só será aprovado o cão que obtiver um mínimo de 70 pontos na seção B e 80 na seção C.

Se outorgam as seguintes qualificações:

Exame
Excelente
Muito Bom
Bom

CF
96 - 100
90 - 95
80 - 90

CA
191 - 200
180 - 190
160 - 179

CG1 a GC3
286 - 300
270 - 285
240 – 269

Exame
Suficiente
Insuficiente
Sem Qualificação

CF
70 - 79
36 - 69
0 – 35

CA
150 - 159
71 – 149
0 – 70

CG1 a CG3
220 - 239
106 - 219
0 - 108

Se houverem vários cães com o mesmo número de pontos, o critério de desempate será, em primeiro lugar, pelos pontos obtidos na seção C. Se persistir o empate, os pontos obtidos na seção B definirão a classificação. Se ainda assim persistir a igualdade de pontos, se outorgará a mesma classificação aos cães com a igual pontuação.

A qualificação do Espirito de Luta, segurança em si mesmo e firmeza será qualificado como:

P = Pronunciado
E = Existente
I = Insuficiente

Comportamento dos condutores nas provas:

No inicio do julgamento cada condutor participante, ao ser chamado, deverá apresentar-se em atitude esportiva, com o seu cão atrelado na guia, ou sem guia no caso de CG3, fornecendo ao Árbitro seu nome e nome do cão.
Todo condutor participante deverá submeter-se às orientações e indicações do Árbitro ou da direção da prova.
O condutor deverá apresentar o seu cão de maneira esportiva aceitável. A conduta inconveniente pode determinar sua exclusão da Prova. As decisões tomadas pelo Árbitro da prova, em todos os casos, é inapelável e definitiva.

Deveres do Árbitro de Trabalho:

As diferentes provas deverão ser comentadas tecnicamente pelo Árbitro, tão logo sejam finalizadas. Os pontos descontados não precisam ser publicados.
Se vários Árbitros de trabalho julgam a mesma competição, se tomará uma média dos pontos outorgados.
O Árbitro não poderá julgar os cães de sua propriedade ou de outro Árbitro que estiver atuando no mesmo evento ou que sejam apresentados por pessoas que habitem no mesmo domicílio.
O Árbitro de Trabalho tem direito a reposição dos seus gastos conforme o regulamento de exposições, de acordo com as disposições do seu clube, não podendo abdicar desse direito.

Deveres do Diretor de Provas:

A responsabilidade desportiva e administrativa dos eventos locais é do clube promotor.
O Diretor de Provas não poderá apresentar cães e tampouco poderá acumular outras funções durante a prova.
Em todos os eventos o Diretor de Provas deverá providenciar um Veterinário e um Médico de plantão para atendimentos de emergências. Quando o evento for de maior porte deverá contratar um serviço de atendimento mais completo. O Diretor de Provas deverá comunicar ao Árbitro de trabalho o local, endereço, horários, tipos de provas, e quantidade de cães inscritos com pelo menos 03 dias de antecedência. Caso essa comunicação não ocorra, o Árbitro tem o direito de desistir do compromisso de julgar o evento.
O Diretor de Provas é o responsável pelo controle dos certificados de vacinação.
Antes de iniciar a prova, o Diretor de Provas deverá apresentar ao Árbitro as devidas homologações de datas e eventuais instruções da entidade superior.
O Diretor de Provas deverá fornecer ao Árbitro toda a documentação: súmulas, cadernetas do condutor e os formulários para as anotações necessárias.

O Diretor de Provas deverá providenciar:
1. um terreno com a área adequada às Provas de Faro, bem como a quantidade necessária de marcadores de pistas;
2. um terreno adequado para a realização da Seção B (obediência) e Seção C (Proteção);
3. figurantes especializados, com roupa de proteção completa (jaqueta, macacão, e manga) como também dos implementos para os exercícios.
4. pelo menos quatro pessoas para a formação de cada grupo.
5. bastão flexível revestido de couro.
6. esconderijos suficientes (naturais ou artificiais).

Estes esconderijos devem ficar situados a mais de 2 metros do limite natural ou artificial do campo para que o Árbitro possa guardar a distância apropriada, de maneira que tenha visão do seu interior.
Em provas locais, quando não houver disponibilidade, para o CG3 será permitido trabalhar com um só figurante. Porém, em campeonatos e provas de maior importância é obrigatório a utilização de dois figurantes.
Toda qualificação deve ser anotada em todos os documentos respectivos, qualquer que seja o resultado.
O Diretor de Provas é o responsável pelo transcurso do evento, devendo permanecer à disposição do Árbitro durante o tempo que durar a prova.
O Clube organizador deve levar em conta que não se pode exigir do Árbitro que se desloque por longos trajetos sob condições climáticas adversas.

Indicações Adicionais:

A marcação do rastro para CG deve estar pronta o mais tardar 20 minutos antes do inicio, para CF1, 30 minutos e para CF2, 40 minutos.
Os comandos verbais estão suficientemente regulamentados e devem ser emitidos de forma clara e audíveis. (Os condutores estrangeiros os darão em seu idioma).
Se um condutor se confundir na seqüência dos exercícios da seção B. o Árbitro será obrigado a interrompê-lo e dar instruções para que execute a prova na seqüência correta. Não se pode descontar pontos por esse erro.
Uma vez iniciada a competição, não se permite treinar saltos, tampouco dar incentivos com petiscos durante a prova. Também é proibido dar ao cão o halteres antes dos exercícios correspondentes.
Não se permite levar brinquedos do cão para o campo de prova.
Ajudas físicas do condutor também não são permitidas e serão consideradas faltas e descontados os pontos correspondentes.

Impedimentos Físicos:

Se, devido a um impedimento físico ponderável, um condutor não puder executar corretamente uma parte do exercício, esse fato deve ser comunicado ao Árbitro, antes da Prova. Por exemplo: se, devido a um impedimento físico o condutor não puder conduzir o seu cão pelo lado esquerdo, por autorização do Árbitro, poderá faze-lo pelo lado direito, de maneira análoga.

Porte obrigatório do colar e da guia:

Por segurança se exigirá durante todo o transcorrer da prova que o condutor tenha, em seu poder, uma guia, conseqüentemente o cão deverá estar usando um colar. Só se permite colares de corrente com elos, sem espinhos ou ganchos. A carrana com grampos está inteiramente proibida.

Interrupção das Provas:

Os cães que não acompanharem espontaneamente o seu condutor serão desqualificados e a prova interrompida.
Também deve ser interrompida a seção quando não for possível continuar o exercício. Por exemplo:
Durante o faro, o cão segue seu instinto de caça, farejando alto, e não consegue ser recolocado na pista. O cão abandona o campo e não retorna mesmo após o terceiro comando do condutor.
Cães que não largam durante o ataque, mesmo após o terceiro comando.
Se um condutor é desclassificado da prova por desobediência do seu cão, não se dará pontuação mas se anotará na súmula: "Interrupção por desobediência".

Normas Disciplinares:

O Diretor de Provas é o responsável pela ordem e pela segurança em todo o recinto da competição.
Ao Árbitro é facultado interromper o evento, a qualquer momento, por falta de segurança ou ordem.
Faltas graves do condutor contra os regulamentos, contra as regras de proteção aos animais e contra os bons costumes, podem ocasionar a sua exclusão do evento.
Nestes casos o Árbitro deve fazer uma representação e informar ao clube respectivo. O Árbitro pedirá aos envolvidos (clube, grupo, condutor, Diretor de Provas, testemunhas), seus depoimentos, os quais poderão levar a uma decisão sobre a medida disciplinar.
As expulsões devem ser decididas pela autoridade competente do clube ou federação.
A decisão do Árbitro não pode ser impugnada. Qualquer critica ao Árbitro pode conduzir a uma repreensão ou a expulsão do campo esportivo e pode ter como conseqüência medidas disciplinares.
Em eventuais casos nos quais o Árbitro não tenha obedecido as regras vigentes, pode ser aceita uma representação por escrito ao clube respectivo, porém, suas decisões são irrevogáveis e não estão sob julgamento. Só pode ser apresentada pelo Diretor de provas e deve ser assinada também pelo eventual prejudicado, pelo presidente do clube e por uma testemunha. Esta representação deve ser apresentada até 08 dias depois da ocorrência. O reconhecimento de uma queixa deste tipo não dá direito a revisão do julgamento do Árbitro.

REGULAMENTOS PARA PROVAS DE TRABALHO – FCI / WUSV

PROVA DE CÃO DE GUARDA GRAU 1 - ("CG1 ")

Máximo de Pontos: 300

I – Seção "A" - PROVA DE FARO - CG1.

Pontuação máxima: 100
Comando: "PROCURA" ou correspondente em língua estrangeira.
Tamanho da pista: 350 a 400 passos
Marcador: o próprio condutor
Traçado: 3 retas com dois ângulos de 90°
Antecedência: 20 minutos

Seguir a pista - 80 pontos
02 Objetos (10+10) 20 pontos

O cão, preso a uma guia de 10 metros de comprimento, ou solto, deve encontrar dois objetos "perdidos" previamente pelo seu condutor, numa pista de 350 a 400 passos, marcada com antecedência mínima de 20 minutos.
A pista deve ter dois ângulos retos e sua direção será determinada pelo Árbitro, levando em conta a conformação e topografia do terreno. O ponto de partida deve ser bem definido, pela colocação de um marco indicativo à esquerda do ponto de partida da pista.
Após permanecer algum tempo no ponto de partida (se permitirá pisar levemente no local de inicio), o condutor percorre o caminho indicado pelo Árbitro e "perde" (deixa cair) o primeiro objeto, aproximadamente no meio da segunda reta (correspondente ao ponto intermediário entre o primeiro e o segundo ângulo), sem modificar seu ritmo ou andadura. O segundo objeto deve ser colocado no final da pista. Depois, o condutor dá mais uns passos em linha reta e volta às proximidades do local inicial ou do local onde se encontra o Árbitro, sem passar pela pista marcada.
É facultativo trabalhar com ou sem guia. Ambas as modalidades serão pontuadas da mesma maneira. É facultativa a utilização de peitoral ou colar travado.

EXECUÇÃO DA PROVA

O cão não poderá presenciar a marcação da pista, deverá permanecer escondido.
Antes de iniciar a marcação da pista, o condutor deve mostrar os objetos ao Árbitro.
Devem ser utilizados objetos de uso pessoal do condutor que não ultrapassem o tamanho de uma carteira de bolso e cuja cor não seja muito diferente da cor do terreno.
Ao colocar os objetos, o condutor não poderá, para acentuar o cheiro, diminuir a marcha e nem esfregar os pés. Os objetos devem ser "perdidos" sobre o rastro, e não ao lado dele.
O condutor dirige-se ao cão e prepara-o para a prova.
Após a chamada, se apresenta com seu cão informando ao Árbitro se o cão indica ou apanha os objetos.
Se o cão indicar e apanhar o objeto ao mesmo tempo, é considerado falta.
Por ordem do Árbitro o cão deve ser conduzido calmamente ao ponto de partida. Antes e durante a prova deve ser evitada qualquer tipo de pressão sobre o cão. Ao colocá-lo no inicio da pista, o condutor deve dar-lhe tempo suficiente para que ele a tome, devendo evitar que o cão saia rapidamente.
Uma vez tomado o rastro, o cão deve iniciar a busca segundo o traçado estabelecido. Depois da quarta tentativa mal sucedida de retomar o rastro o Árbitro deve finalizar a o exame com insuficiente.
Não se permite um novo inicio dentro do traçado da pista em nenhuma categoria.
Um novo inicio se produz quando o condutor leva o seu cão na posição "junto" e o coloca novamente na pista pelo colar ou com a guia curta.
Somente no CG1 o cão poderá ser recolocado nos primeiros 15 passos, porém com o desconto de até 04 pontos.
O cão deverá farejar calmamente a pista, com a trufa próxima ao solo. Quando começar a seguir a pista, o condutor deve permanecer parado deixando deslizar em sua mão a guia de 10 metros de comprimento, depois acompanha o cão, conservando a distância de 10 metros. Se o condutor sair antes, deverá ser punido pela ajuda. Esta distância deve ser mantida, mesmo que o cão trabalhe sem a guia.
Quando o cão achar o objeto, deve pegá-lo imediatamente ou indicá-lo claramente, sem qualquer influência do condutor. Se pegar, pode ficar parado, sentar-se ou voltar para o condutor. Avançar com o objeto na boca ou apanhá-lo deitado é considerado falta. A indicação pode ser feita parado, deitado ou sentado. O condutor, então, deixa cair a guia e vai imediatamente até o cão, pega o objeto e suspende-o para mostrar ao Árbitro que o cão o encontrou. Em seguida o cão continua a pista. No final da prova os objetos deverão ser apresentados ao Árbitro.
Durante todo o percurso a guia deverá ser conservada frouxa.

AVALIAÇÃO DAS FALTAS

Saída defeituosa, vacilação na tomada da pista, repetidos círculos nos ângulos, constantes encorajamentos pelo condutor, apanhar ou indicar incorretamente os objetos, deixar cair o objeto achado - sofrem descontos de até 04(quatro) pontos.
Colocar o cão várias vezes no inicio da pista, fazer a pista muito rapidamente, farejar alto prolongadamente, desviar a atenção para objetos estranhos, urinar ou defecar - sofrem descontos de até 08 (oito) pontos.
Objetos estranhos apanhados ou indicados erroneamente acarretam descontos de até 04(quatro) pontos.
Para cada objeto não encontrado são descontados 10 (dez) pontos.

Formas de Pista - CG1 e CG2:

Em forma de "U"
Em forma de "manivela"

10 p

27p

27p
10 p

27p

II - Seção "B"- PROVA DE OBEDIÊNCIA - (CA/CG1)

Pontuação máxima: 100

Todo exercício começa e termina na posição básica (cão sentado corretamente ao lado do condutor). O condutor deverá manter os pés juntos. O Árbitro dá as instruções para iniciar o exercício. Outros movimentos como voltas, paradas, mudanças de velocidade, etc., serão executados pelo condutor sem as instruções do Árbitro. É permitido ao condutor solicitar ao Árbitro que seja instruído.

1 ) Condução do cão com guia e controle de nervos (15 pontos)
Comando "JUNTO" ou correspondente em língua estrangeira.
Partindo da posição básica, o cão, atrelado à guia, deve seguir alegremente seu condutor sob o comando "JUNTO". No começo do exercício, o condutor deve andar em linha reta pelo menos 40 a 50 passos sem parar, executar a meia volta e, após andar mais uns 10 a 15 passos, passar para trote e depois para passo lento. O trote e passo lento devem ser mostrados durante pelo menos 10 passos. Em passo normal deve ser executada uma conversão à direita, outra à esquerda e uma meia volta. O cão deve manter seu ombro na altura do joelho esquerdo do condutor, sem avançar, atrasar ou desviar lateralmente. A meia volta deve ser executada para a esquerda. Após a última meia volta e após andar alguns passos, o condutor deverá parar e o cão sentar-se ao seu lado.
Somente ao iniciar a marcha e nas mudanças de velocidade é permitido ao condutor dar o comando "JUNTO". Quando o condutor pára, o cão deve sentar-se automaticamente a seu lado sem influência alguma. O condutor não poderá mudar da posição em que parou e, principalmente, não pode se aproximar do cão quando este sentar-se afastado.
Durante todo o exercício a guia deve permanecer frouxa na mão esquerda do condutor. Por indicação do Árbitro o condutor e seu cão devem passar por um grupo de pelo menos quatro pessoas, parando uma vez no meio e cumprimentando uma delas. O grupo estará em constante movimento e as pessoas entrecruzando-se.
Atrasar, adiantar, desviar para os lados, demora do condutor nas mudanças de direção, constituem faltas.

Esquema para Pista de Obediência (CA, CGs)

PN: PASSO NORMAL

TR: TROTE

PL PASSO LENTO

MV: MESA VOLTA

P: PARAR

CE: CONVERSÃO À ESQUERDA

CD CONVERSÃO À DIREITA

PB: POSIÇÃO BÁSlCA

G: GRUPO

2) Acompanhar o condutor sem guia (20 pontos)
Comando "JUNTO" ou correspondente em língua estrangeira.
Por indicação do Árbitro o condutor, na posição básica, retira a guia do cão, colocando-a no bolso ou pendurando-a no ombro.
Em seguida, com o cão a seu lado, dirige-se a um grupo de pessoas, devendo contornar essas pessoas, ao menos uma vez pela direita e outra pela esquerda, fazendo um movimento em forma de 8 e, parar pelo menos uma vez no meio do grupo, cumprimentando uma das pessoas. Terminada a passagem pelo grupo, partindo da posição básica, executa os exercícios descritos no nº 1. Durante a execução destes exercícios são disparados DOIS TIROS (calibre 6 mm ou 22"). O cão deve mostrar-se INDIFERENTE. Se mostrar medo deve ser desqualificado imediatamente. Se tiver ímpetos de atacar, mas permanecer sob o controle de seu condutor, apenas comete falta leve. O total de pontos só poderá ser concedido se o cão permanecer INDIFERENTE.

EXECUÇÃO DA PROVA

Deve ser dado valor especial à indiferença ao tiro. Os tiros devem ser disparados de uma distância de, aproximadamente, 15 passos e com intervalo de 5 segundos. Se o cão, ao ouvir o tiro, fugir do condutor, deve ser desqualificado imediatamente.
Se o Árbitro tiver dúvidas sobre a sensibilidade ao tiro, podem ser dados outros, adicionais, sempre, a 15 passos de distância do cão.
A prova de indiferença ao tiro é feita somente durante os exercícios no 2 (acompanhar sem guia) e no 8 (deitar com distração).

3) Sentar Durante a Marcha (10 pontos)

Comando "SENTA" ou correspondente em língua estrangeira.

Partindo da posição básica, o condutor deverá caminhar em linha reta acompanhado do cão sem guia. Após andar pelo menos 10 passos, emitirá o comando "SENTA" e o cão deve sentar-se rapidamente, sem que o condutor interrompa o ritmo de seus passos ou olhe para trás. Após mais 30 passos o condutor faz alto, virando imediatamente de frente para o cão e, por ordem do Árbitro, volta para o cão colocando-se ao seu lado direito, na posição básica.

AVALIAÇÃO DAS FALTAS

Se, em vez de sentar-se o cão ficar parado ou deitar-se, serão descontados até 05 (cinco) pontos.

4) Deitar durante a marcha e aproximar-se ao chamado (10 pontos)

Comando "DEITA, AQUI e JUNTO" ou correspondente em língua estrangeira.

Partindo da posição básica, o condutor anda em linha reta acompanhado do cão sem guia. Após andar pelo menos 10 passos, dá a ordem "DEITA" e o cão deve deitar-se rapidamente sem que o condutor modifique o ritmo de seus passos ou olhe para trás. Após mais 30 passos o condutor faz alto e vira imediatamente de frente para o cão e, por ordem do Árbitro, chama o cão, o qual deve aproximar-se ALEGREMENTE E COM RAPIDEZ e sentar-se em frente e bem perto do condutor. Ao comando "JUNTO" deve sentar-se à esquerda do condutor (posição básica).

AVALIAÇÃO DAS FALTAS

Se, em vez de deitar-se, o cão ficar parado ou sentado, mas aproximar-se corretamente ao ser chamado, serão descontados 05 (cinco) pontos.

5) Buscar, em terreno plano, objeto pertencente ao condutor (10 pontos)

Comando "BUSCA, LARGA e JUNTO" ou correspondente em língua estrangeira.

O cão, sentado sem guia ao lado do condutor, ao único comando "BUSCA" deve sair rapidamente em direção ao objeto, atirado anteriormente pelo condutor a uns 10 passos de distância, pegando-o e trazendo-o imediatamente. Deve sentar-se bem perto e em frente ao condutor, conservando o objeto na boca até que, após um curto intervalo, seja retirado com o comando "LARGA". Ao comando "JUNTO", deve sentar-se à esquerda do condutor. Para esta prova pode ser usado um "haltere" ou um objeto pertencente ao condutor. Este deve permanecer na posição inicial até que o cão tenha terminado o exercício.

AVALIAÇÃO DAS FALTAS

Se o cão deixar cair, brincar ou mastigar o objeto serão descontados até 04(quatro) pontos.
Se o condutor mudar da posição inicial serão descontados até 03 (três) pontos.
Se o cão não trouxer o objeto perderá o total dos pontos.

6) Buscar um objeto pertencente ao condutor em salto livre sobre um obstáculo de um metro de altura por um metro e cinqüenta centímetros de largura (15 pontos)

Comandos: "PULA, BUSCA, LARGA e JUNTO" ou correspondente em língua estrangeira.

O condutor fica, a uma distância adequada, de frente para o obstáculo, com o cão sem guia sentado ao seu lado esquerdo. Pode ser usado um haltere ou um objeto pertencente ao condutor, que deve atirá-lo por cima do obstáculo. Aos comandos "PULA" e "BUSCA" o cão deve saltar o obstáculo em salto LIVRE, abocanhar imediatamente o objeto e traze-lo de volta, saltando por sobre o obstáculo, sentar em frente ao condutor e conservar o objeto na boca até que aquele, após curto intervalo, o retire usando o comando "LARGA". Ao comando "JUNTO" deve sentar-se ao lado esquerdo do condutor. O comando "BUSCA" deve ser dado antes que o cão chegue ao objeto.

AVALIAÇÃO DAS FALTAS

Se o cão tocar levemente o obstáculo, serão descontados até 02 (dois) pontos.
Se o cão tocar fortemente ou apoiar-se levemente na tábua, serão descontados até 03 (três) pontos.
Apoiar-se fortemente, deixar cair, brincar, mastigar ou soltar o objeto, serão penalizados com descontos de até 04(quatro) pontos.
Salto correto e trazendo o haltere, sem falhas = 15 pontos.
Salto de volta não executado, trazendo o haltere corretamente = 05 pontos.
Salto de ida não executado, mas trazendo o haltere corretamente = 05 pontos.
Saltos executados corretamente, mas não trazendo o haltere = 05 pontos.
Não executando salto algum, embora trazendo o haltere = 00 pontos.
Se o objeto cair lateralmente devido a forte vento ou por falha do condutor, com autorização do Árbitro, poderá ser repetido o arremesso, sem perda de pontos.
Enquanto o cão salta, se o condutor, mesmo sem se mover do lugar, der qualquer auxilio, haverá desconto de pontos.
Se o condutor sair de sua posição para influenciar ou ajudar o cão, serão descontados pontos tanto no salto de ida como no de volta.
Bater no obstáculo, o que, forçosamente, obriga o condutor a sair de sua posição, deve ser considerado auxilio tão grande que ocasionará perda total dos pontos. O condutor deve manter-se imóvel durante todo o exercício.
O mesmo obstáculo deve ser usado para todos os cães que concorrem à mesma prova.
O cão receberá avaliação parcial quando executar pelo menos duas das tarefas, corretamente. Saltar ida, pegar haltere, saltar volta.

7) Mandar em frente e deitar (10 pontos)

Comandos: "EM FRENTE, DEITA e SENTA" ou correspondente em língua estrangeira.

Por indicação do Árbitro o condutor caminha com o cão, sem guia, 10 a 15 passos na direção indicada.
Levantando o braço, emite o comando "EM FRENTE". O cão deverá dirigir-se rapidamente, em linha reta, na direção indicada, percorrendo pelo menos 30 passos. Quando cumprir esta distância deverá ser emitido o comando "DEITA" e o cão deverá deitar-se imediatamente. O braço do condutor poderá permanecer levantado até que o cão tenha se deitado. Por ordem do Árbitro o condutor vai até o cão colocando-se corretamente ao seu lado direito e emitindo o comando "SENTA". O condutor reatrela a guia no cão.

AVALIAÇÃO DAS FALTAS

Levantar o braço repetidamente não é permitido. O cão deverá afastar-se em linha reta, porém um pequeno desvio não é considerado falta. Desvio forte, distância demasiadamente curta, deitar prematuro e vacilante, levantar antes do condutor colocar-se ao lado, constituem faltas penalizadas com desconto de pontos.

8) Ficar deitado com distração (10 pontos)

Comandos: "DEITA e SENTA" ou correspondente em língua estrangeira.

Antes do começo do exercício de obediência de outro cão participante, o condutor faz seu cão deitar, a cerca de 40 passos de distância do local onde se realiza a prova, sem deixar a guia ou outro objeto qualquer ao seu lado. Sem sair do campo visual do cão, o condutor se afasta 30 passos do mesmo, sem olhar para trás, permanecendo calmamente de costas para o cão. Este deverá permanecer deitado, sem nenhuma influência do condutor, enquanto o outro animal participante executa os exercícios de nº 1 a nº 6, após o que o condutor vai buscar o cão.
O condutor deverá permanecer no lugar indicado pelo Árbitro, no recinto da prova, de costas para o cão, até a indicação para ir buscá-lo, quando deverá colocar-se ao seu lado direito e dar o comando "SENTA".

AVALIAÇÃO DAS FALTAS

Qualquer ajuda furtiva ou movimentação do condutor constituirão faltas. Se o cão levantar-se quando o condutor a ele se dirigir no final do exercício, também constituirá falta e perderá pontos.
Se o cão sentar-se ou levantar-se, mas não sair do lugar, terá uma avaliação parcial.
Se o cão sair do lugar mais de 3 metros antes do término do 3º exercício (sentar durante a marcha) serão descontados 10 pontos.
Se sair do lugar após o 3º exercício, poderá receber somente avaliação parcial.
Se o cão levantar-se e andar em direção ao condutor quando este a ele se dirigir no final do exercício, sofrerá desconto de até 03 (três) pontos.

lIl – Seção "C" - PROVA DE DEFESA - CA/CG1

Pontuação máxima: 100

Revistar 05 pontos
Guardar e indicar com latidos 10 pontos
Condução sem guia até assalto 05 pontos
Assalto 40 pontos
Repelir um ataque com atitude vigilante e posterior imobilização do adversário
40 pontos

Total: 100 pontos

1 - Revistar ( 5 pontos)

Comando "REVISTA" e "AQUI" ou correspondente em língua estrangeira (se permite uma combinação com o nome do cão). Por indicação do Árbitro, o condutor ordena ao seu cão fazer as batidas.
O cão deve realizar duas batidas laterais, uma à direita e outra à esquerda ( ou vice-versa).

2 - Guardar e indicar com latidos ( 10 pontos)

Quando o cão localizar o figurante, deve latir sem tocá-lo.
O condutor permanece parado na linha central imaginária do campo.
O cão deve vigiar atentamente o figurante, sem ajudas do seu condutor, até ser chamado. Deve atuar de forma atenta, a curta distância, com autoconfiança, latindo firmemente.
Não se permitirá ajudas sonoras ou sinais para latir. A conduta segura e vigilante do cão deve ser observada. Se permitem rodeios ao figurante, mas sempre com atenção e de bem perto.
Por indicação do Árbitro o condutor vai buscar o seu cão, recoloca a guia e se esconde juntamente com o cão no biombo.
Se indica um novo esconderijo para o figurante a aproximadamente 70 a 80 passos dali.

3 - Condução sem guia para o assalto (05 pontos)

Por indicação do Árbitro, o condutor sai do esconderijo, toma posição tira a guia do cão. A guia deverá ser colocada no bolso ou pendurada a tiracolo. Sob comando o condutor e seu cão caminham a passo normal em direção ao esconderijo indicado. Se o cão não permanece junto do condutor, o Árbitro ordena ao figurante que antecipe o ataque. Pelo fato de adiantar-se o cão perderá 05 pontos. Uma avaliação parcial será feita quando o condutor e seu cão já tiverem percorrido, pelo menos, a metade da distância na posição correta.

4 - Assalto - defesa ante um ataque surpresa ( 40 pontos)

Por indicação do Árbitro o figurante efetua um ataque sem falar ou gritar (ou sem emitir qualquer som) contra o condutor e o cão. O cão deve repelir o ataque de forma enérgica e segura, mordendo de forma cheia e firme. Depois que o cão mordeu, o figurante Ihe desfere dois golpes de vara forrada de couro, nos flancos, ou na região da cernelha. É permitido ao condutor incentivar o seu cão para a reação.
Por indicação do Árbitro o figurante termina o ataque e fica quieto, parado. O cão deve soltar imediatamente ou após um único comando "larga" e deve continuar vigiando atentamente ao figurante.
O condutor por ordem do Árbitro vai com o seu cão até o final do campo, e se esconde em um dos esconderijos, aguardando nova ordem do Árbitro.

5 - Repelir um ataque com atitude vigilante seguida de imobilização (40 pontos)

O Árbitro indica ao condutor que saia do esconderijo e dirija-se ao local indicado (linha central). O cão deverá estar atrelado à guia. Não deve receber nenhum tipo de estimulo e deve sentar-se tranqüilamente ao lado do condutor. Esta condição deverá ser mantida até que se indique para repelir o ataque, com o comando "VAI" ou correspondente em língua estrangeira.
Se o cão estiver muito inquieto se descontará até 03 pontos.
A uma indicação do Árbitro, o figurante abandona o esconderijo, previamente localizado a uma distância de 70 a 80 passos, e, em passo normal, cruza o campo em direção à linha lateral mais distante. O condutor ordena que ele para e o figurante não cumpre a ordem. Ao invés, ataca frontalmente o condutor e o cão.
O Árbitro imediatamente após o ataque dá ao condutor a indicação de reagir. Imediatamente o condutor dá ao seu cão a ordem de atacar com o comando "VAI" e permanece parado.
O cão deve partir para o figurante, pegá-lo mordendo-o com impulso, energia e firmeza, repelindo o ataque.
Uma vez que o cão mordeu, o figurante depois de breves ameaças - sem porém desferir golpes de vara - deve suspender o ataque seguindo a indicação do Árbitro. Em seguida o cão deve largar sem comando, ou após um único comando "larga", e deve montar guarda atenta de modo a imobilizar o figurante.
Com orientação do Árbitro o condutor de aproxima a passos normais do seu cão. Com o comando "senta" o coloca na posição básica. Se o cão já estiver sentado, é permitido confirmar a posição com o comando "senta".
O condutor permite que o figurante se afaste 3 passos e Ihe ordena que levante os braços, para em seguida fazer com que o cão se deite. O condutor desarma o figurante. Depois de revistá-lo o condutor volta para o cão. Comanda "SENTA" e recoloca-lhe a guia. Antes que comece o transporte lateral, o condutor deve tomar a posição básica, de modo que o cão fique entre o figurante e ele. Como termino do exercício o condutor se apresenta ao Árbitro.
O figurante abandona o campo. O Árbitro comunica a pontuação obtida.

(abaixo o esquema para CA e CG1)

Esquema de Pista Seção "C" / CA-CG1

 

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