Clique aqui para navergar no Website
 
     
Animal Manager - O site de tecnologia animal - Cães, Gatos, Aves, Peixes, Cavalos, Roedores e muito mais...
INFORMAÇÃO CRIADOR ON-LINE
ENTREVISTAS
  Painel de Controle Cadastre-se Índice Atualizar Voltar  

São Paulo , 17 de janeiro de 2005 - Entrevistado: Celso Fernando Dias

Partners & Quality Technology faz parte de um grupo multinacional que disponibiliza Tecnologia de ponta, estando atualmente presente na Europa, África e América do Sul. Com fortes parcerias de representações tecnológicas e através de vasta experiência internacional, oferece ao mercado a última geração em sistemas de identificação eletrônica em animais, pessoas, vegetais, veículos, cargas e objetos em geral, fornecendo equipamentos, apoio e suporte técnico, além de sistemas de Rastreabilidade, Monitoramento, desenvolvimento de Softwares específicos, Sites na Internet com banco de dados, entre outras aplicações que utilizam a Tecnologia de RFID (Radio Frequency IDentification – Transponder/Microchip).

Criador On-line: O que é exatamente o Microchip a ser implantado em animais?
CELSO:
O transponder, conhecido popularmente como microchip, é um micro-circuito eletrônico constituído de um código exclusivo e inalterável, encapsulado em biovidro cirúrgico e revestido de substância biocompatível antimigratória, no caso do microchip Partners para uso em animais.
"Padrão do Microchip, etiquetas, embalagem e formulário para cadastramento: O Microchip a ser implantado nos animais deverá estar de acordo com as normas internacionais ISO11784, ISO11785, possuir tamanho de 12mmX2mm, comprovar possuir camada de substância ou produto antimigratório e deverá ser embalado separadamente, acompanhado de 3 (três) etiquetas de tamanho 24,5x63,5mm em cada embalagem contendo os 15 números do microchip e um código de barras padrão Code39 também referente a numeração do Microchip. O registro deverá ser efetuado exclusivamente no banco de dados oficial. Banco de dados particulares não tem validade. Além disto, ao comprar microchip deverá ser solicitado ao fornecedor o envio do formulário padrão para cadastro. Microchip, formulário e etiquetas fora do padrão não serão aceitos."


Criador On-line: Qual a função desse Microchip?
CELSO:
O microchip é um método de identificação seguro, inviolável e permanente que serve como um atestado de que um determinado cão seja mesmo o cão em questão. Há outros diversos métodos de identificação, como, por exemplo, coleiras com plaquetas, tatuagem e DNA, porém o custo do exame de DNA é muito alto, a tatuagem é um método ultrapassado que fere o animal e pode borrar e a coleira não é um método de identificação seguro pelo fato de ser facilmente trocada ou perdida.


Criador On-line: O que é o SIRA?
CELSO:
SIRA (Sistema de Identificação e Registro de Animal) é o nome dado a identificação dos animais e cadastro em um banco de dados oficial. É usado em vários Países e no Brasil a empresa Partners é a responsável pelo gerenciamento do mesmo.


Criador On-line: Quais são as vantagens de ter um animal no SIRA?
CELSO:
São inúmeras as vantagens do SIRA e seria necessário várias palavras para descreve-las. Resumidamente, podemos citar que, além de facilitar o trabalho do criador evitando confusões entre ninhadas, facilitar a vida do veterinário podendo ter acesso aos dados do animal na internet, proporcionar o resgate do cão caso ele se perca, comprovar a propriedade no caso de roubo, ainda será possível saber quais animais que ainda não receberam determinada vacina, efetuar diversas pesquisas, como sobre ocorrências e intercorrências em raças nas respectivas regiões do Brasil tais como displasia coxofemoral, doenças infecto-contagiosas, doenças geneticamente transmissíveis, etc além de proporcionar aos CCZ a devolução dos animais aos proprietários, eliminando os custos de permanência dos mesmos nos canis públicos.


Criador On-line: O que muda para os criadores ter seu plantel registrado no SIRA?
CELSO:
Além de possibilitar gerenciar e controlar melhor as ninhadas e o canil como um todo, o criador estará valorizando seus animais e poderá mostrar ninhadas aos clientes via internet no site oficial. Nos Países onde o Microchip foi adotado como obrigatoriedade, houve um aumento na procura por cães registrados e no valor dos mesmos. Convertendo para nossa moeda, nos casos de animais que eram vendidos a R$ 500,00 antes do sistema, agora são vendidos a R$ 600,00 e há maior procura. O criador que hoje tem um software inteligente de gerenciamento de canil e identifica seus animais com Microchip, jamais ficará sem vender seus animais.


Criador On-line: Por que a obrigatoriedade do Microchip?
CELSO:
A obrigatoriedade na verdade começou com o objetivo de controle sanitário. Depois foi adotado contra transporte ilegal de animais, principalmente em extinção. Hoje é comum e em vários Países é obrigatório em todos os animais de estimação/companhia. Microchip em cães não é novidade e muito menos uma invenção brasileira. É uma tendência mundial natural que será adotada também de forma natural no Brasil.


Criador On-line: Essa obrigatoriedade vale para todos os cães ou somente para os cães de raça?
CELSO:
Por enquanto apenas cães de raça com pedigree são obrigados a entrar no SIRA e no Estado de São Paulo, mas há estudos do Governo com intuito de tornar o uso obrigatório em todos os animais de companhia, o que acredito que deve acontecer em pouco tempo. Em animais exóticos já é obrigado pelo IBAMA. No caso dos cães de raça, há prazos determinados para que o proprietário inclua seu animal no sistema. No Estado de São Paulo os prazos já estão em vigor.


Criador On-line: Como funciona o processo de ingresso do animal no SIRA? Após a aplicação do microchip, qual o próximo passo?
CELSO:
É simples o processo de inclusão do animal no SIRA. Após adquirir o microchip dentro das normas estabelecidas (o que pode ser feito em clinicas veterinárias, através das empresas que atuam no segmento ou diretamente com a Partners), aplica-lo no animal, (o que pode ser feito por qualquer médico veterinário cadastrado junto ao sistema), deve-se preencher o formulário de cadastro, colando-se nele uma das etiquetas que acompanham o microchip. Se for um veterinário cadastrado que efetuou a aplicação, ele próprio fará a inclusão obrigatória no banco de dados. Caso o veterinário escolhido pelo proprietário do cão não esteja ainda cadastrado, o formulário devidamente preenchido e assinado por este profissional deverá ser enviado ao kenel clube onde o animal foi registrado ou é filiado ou para a empresa Partners, gerenciadora do banco de dados, que fará a verificação da autenticidade dos dados e fará o devido cadastramento.
Os veterinários que tem interesse em se cadastrar deverão entrar em contato com o kenel clube da sua região ou diretamente com a empresa Partners, que fará a verificação junto à CBKC/FECESP/CRMV, se for o caso, para proceder a inclusão do profissional no sistema, quando este receberá um login e senha para acesso ao banco de dados.
O formulário para cadastro está disponível no site www.partners.inf.br clicando-se em DownLoads e em formulário SIRA.


Criador On-line: Haverá algum banco de dados on-line (via internet) onde todos os criadores, veterinários ou profissionais ligados à criação de cães possam fazer consultas sobre determinados animais já registrados?
CELSO:
Sim. Sem um banco de dados oficial, a função do microchip fica limitada. No Estado de São Paulo o banco de dados oficial está no site www.fecesp.com.br e para os demais Estados, e também São Paulo, os dados estarão disponíveis também no site www.petid.com.br em breve.


Criador On-line: Que tipos de dados serão fornecidos nessa consulta?
CELSO:
No formulário de cadastramento deverão ser preenchidas as seguintes informações, que serão cadastradas no banco de dados:
Microchip N° / Etiqueta: Campo para colar uma das etiquetas que deverá acompanhar o Microchip.
RG do animal
Raça do Animal
Variedade da raça
Nome do Animal
Apelido do Animal
Sexo, Cor, Pelagem
Data de Nascimento do Animal
RG/Microchip do Pai
RG/Microchip do Mãe
Última anti-rábica eúltima Múltipla
Grau Displasia Coxo Femural, CRMV e emissão
Nome do Proprietário, CPF, data nascimento
Fone, Endereço, Bairro, Cidade, UF, CEP
E-mail, Site
Veterinário-CRMV / Vistoriador
Data da implantação do Microchip
Autorização do proprietário para divulgar seus dados para localização em caso de perda do animal
Local, data e assinatura do proprietário

O proprietário poderá optar por não divulgar seu dados. Neste caso, ao efetuar uma busca no banco de dados digitando o código do microchip ou pedigree, será apresentado as informações básicas do animal e os dados do Kenel Clube em que o mesmo foi registrado para que, no caso de alguém encontrar o animal perdido, seja possível a localização do proprietário. No caso do proprietário autorizar a divulgação dos dados, o que é sugerido, será apresentado na tela do computador o nome, raça, cor, sexo, nascimento, últimas vacinas do animal e nome e telefone do proprietário. Os demais dados serão preservados.


Criador On-line: Após o registro o dono do animal terá que custear alguma despesa, como mensalidade de banco de dados entre outros?
CELSO:
A FECESP estipulou um custo para inclusão do animal no banco de dados de R$ 15,00. Algumas empresas estão oferecendo bônus para serem usados como desconto no valor da inclusão de até R$ 10,00, passando o custo do cadastramento a ser de apenas R$ 5,00 nestes casos. Está previsto a cobrança de uma taxa anual para manter o animal no SIRA de R$ 5,00. Em outros Países da América do Sul está prevista uma taxa anual de US$ 3,00, equivalente a R$ 8,50. Na Europa, em alguns Países a taxa anual passa do valor equivalente a R$ 400,00. No Brasil, se houver a cobrança, os proprietários dos animais podem ter a certeza de que o custo não será superior a R$ 5,00 anuais (Cerca de doze centavos por mês).


Criador On-line: O fato de ser obrigatório garante que todos os criadores, sem exceção, tenham seu plantel 'Microchipado" e registrado no SIRA?
CELSO:
Temos observado que os criadores que conseguem entender as vantagens do sistema, a evolução da cinofilia brasileira que ele traz e que sabe que é um caminho sem volta por estar sendo implantado em vários Países, já estão entregando os animais aos clientes com microchip e são totalmente favoráveis à obrigatoriedade. Entretanto, há ainda alguns que estão desinformados ou não entenderam que o SIRA não se trata simplesmente de aplicar um microchip no animal e ainda se mostram contra. Felizmente, estes são poucos e cada vez em menor número. Ser contra o sistema com a ciência do que se trata e da eficiência dos controles que ele trará, é mostrar-se publicamente contra a cinofilia ou por algum motivo não querer que o segmento tenha controles. Assim, a total garantia de que todos os criadores tenham seus planteis microchipados virá quando o Governo tornar a identificação eletrônica obrigatória para todos os animais de companhia, como acontece em vários Países e que não levará muito tempo para acontecer no Brasil.


Criador On-line: Existe a possibilidade dessa regulamentação não ser seguida por alguns criadores e caso não seja seguida, haverá alguma punição?
CELSO:
Antes de se pensar em punir, deve-se ter como meta o devido esclarecimento do projeto aos que se mostram desfavoráveis. Mesmo assim, poderá haver algum criador que continuará mostrando-se desfavorável ao sistema e poderá optar por não registrar mais os animais, mas será um enorme erro uma atitude como esta. Está muito claro que em pouco tempo todos os animais de estimação, de raça ou não, deverão ser identificados com microchip. Com o tempo todos irão descobrir que o SIRA foi uma das melhores coisas que aconteceram dentro do segmento da cinofilia oficial nos últimos tempos.


Criador On-line: Sabemos que em outros países a identificação eletrônica dos animais através do Microchip é exigida e utilizada já há algum tempo. Por que essa obrigatoriedade demorou tanto a chegar no Brasil?
CELSO:
Há alguns anos houve empresas que tentaram trazer o projeto para o Brasil, mas não havia um banco de dados oficial e os microchips não eram universais (não havia as normas internacionais), o que causava sérios problemas de leitura já que leitoras de uma determinada marca não liam microchips de outro fabricante, e em muitos casos o microchip usado não possuía produto antimigratório. Sem um banco de dados oficial em nível nacional para cadastro de todos os animas, independente do microchip nele aplicado e acessado pela internet, não justifica investir na identificação eletrônica. Por isto, hoje a situação é bastante diferente do que no passado e posso afirmar que o projeto chegou no momento certo. Há um banco de dados oficial em nível nacional, há um regramento que determina o tipo de microchip, embalagem e formulário para cadastramento e há a empresa Partners com conhecimento internacional especializada na tecnologia prestando assessoria e fornecendo total apoio e suporte técnico aos clubes, veterinários, criadores e para quem tem interesse no assunto, sanando dúvidas e desmistificando o uso do microchip.


Criador On-line: Como a obrigatoriedade do uso do Microchip chegou ao Brasil?
CELSO:
Já se estudava a possibilidade de adotar o sistema há algum tempo. Com muita coragem e determinação a FECESP formou uma comissão de implantação de Microchip que, após um rigoroso processo de seleção entre as empresas que atuam no segmento, determinou que a Partners fizesse o gerenciamento do projeto. Vale esclarecer que a empresa selecionada, além de disponibilizar tecnologia de última geração usada em várias partes do mundo, ofereceu a solução completa e concordou ainda com que outras empresas do segmento também pudessem estar presentes no mercado. Isto mostra que a principal intenção da empresa Partners é a melhoria do segmento e não apenas comercializar seus produtos.


Criador On-line: Como é feita a aplicação do microchip no animal?
CELSO:
Seu pequeno tamanho e forma permitem que os microchip sejam injetados no animal com uma seringa especial parecido aos aplicadores de vacinas, sendo uma aplicação indolor. Resumidamente, os passos para implantação são os seguintes: 1. Scaneie o animal para checar se não há nenhum microchip já implantado; 2. Scaneie o microchip para verificar se o número está correto; 3. O microchip deve ser aplicado no dorso entre as escápulas; 4. Use a mão para sentir o local da implantação; 5. Desinfete a pele no local de implantação usando algodão saturado em álcool; 6. Com uma das mãos, levante a pele do animal no local da implantação; 7. Insira a agulha a um anglo de 45°C com o êmbolo da seringa para cima; 8. Rapidamente, empurre até o final o êmbolo da seringa e retire a agulha; 9. Scaneie a área para assegurar que o microchip pode ser lido. Todo este processo não demora mais do que 30 segundos.
No site www.partners.inf.br clicando em Downloads é possível baixar um arquivo que ilustra passo a passo com fazer a aplicação em cães.


Criador On-line: Quem poderá fazer a aplicação do Microchip?
CELSO:
A aplicação do microchip deve ser feita exclusivamente por Médico Veterinário devidamente credenciado pelo clube cinófilo correspondente, que poderá a seu critério cadastrar mais de um profissional e que acompanhará suas necessidades. Todo médico veterinário tem capacidade para e poderá efetuar a aplicação do microchip. Apenas é solicitado que o profissional seja cadastrado, o que é feito sem nenhum custo. A solicitação do cadastramento deve ser feita ao clube ou diretamente no site da FECESP (www.fecesp.com.br).


Criador On-line: A aplicação de microchip fere o animal?
CELSO:
Embora a agulha do aplicador de microchip tenha o diâmetro um pouco maior do que uma agulha de aplicador de vacina, os animais reagem da MESMA maneira, sendo o procedimento indolor. O microchip é completamente biocompatível e inofensivo à saúde do animal, mas é fundamental que seja antimigratório.


Criador On-line: O animal deve ser sedado para receber o microchip?
CELSO:
Não! Aplicar microchip é um procedimento muito parecido com aplicação de uma injeção comum. Anestesiar o animal não é requerido e não é recomendado.


Criador On-line: É possível que o animal seja alérgico ao microchip?
CELSO:
O microchip é inerte, liso e biocompativel. Não há virtualmente nenhuma possibilidade de desenvolver processo alérgico ou de rejeição do microchip antimigratório após corretamente injetado no animal.


Criador On-line: O microchip pode mover-se dentro do corpo do animal?
CELSO:
Quando implantado corretamente e se utilizado microchip com produto antimigratório, uma pequena camada de tecido conexivo se forma em torno do microchip, impedindo a migração do mesmo.


Criador On-line: Qual é a melhor idade para aplicar o microchip em cães?
CELSO:
Não há exatamente uma idade mínima para aplicar o microchip. Há criadores que o fazem no 5º dia de vida do filhote. Mas em regra geral é aplicado junto com aplicação de vacina. Para quem considerar que os filhotes são muito pequenos para receber microchip, vale lembrar que filhotes de aves exóticas para criação, que são menores e mais frágeis do que os cães, são microchipados sem causar problema algum à sua saúde.


Criador On-line: Será necessário aplicar outro microchip nos cães que foram microchipados antes da exigência e, portanto, já possuem microchip muitas vezes fora das normas estabelecidas?
CELSO:
Não ! Mesmo que o animal esteja com microchip fora das normas internacionais, não será necessário aplicar outro microchip. Assim como em outros Países, o proprietário do animal deverá fornecer uma leitora que leia o microchip implantando no animal, sempre que solicitado, caso este não esteja dentro das normas ISO animal. A partir de agora deverá ser usado somente microchip universal dentro das normas ISO animal (11784/11785).

Criador On-line: É possível cadastrar no banco de dados da cinofilia oficial, animais que já possuem microchip? É permitida a entrada no sistema de animais que nasceram antes da data da obrigatoriedade?
CELSO:
Sim. Não só é permitido como é recomendado. Qualquer animal pode entrar no cadastro e ser identificado com microchip.


Criador On-line: Para finalizar, o que os donos de animais domésticos, que estejam interessados em registrar seus animais através do Microchip devem fazer?
CELSO:
A primeira coisa a fazer é adquirir o microchip, o que deve feito através de uma empresa e da marca da confiança do proprietário do animal. Deve-se questionar ao fornecedor se o microchip, embalagem e etiquetas estão rigorosamente dentro dos padrões estabelecidos, conforme descrito no site www.fecesp.com.br, clicando-se em Microchip. Importante observar o tamanho do microchip e se é antimigratório. Desconfie de produtos mais baratos do que a média do mercado. A Federação sugere que seja usado a tecnologia Partners, mas o proprietário do animal é livre para usar qualquer marca. Após adquirir o microchip, deve-se solicitar ao veterinário que faça a aplicação e preencha o formulário de cadastramento. Se o veterinário estiver cadastrado para fazer a inclusão do animal na internet, ele a fará. Caso contrário o formulário deve ser enviado a um kenel clube, federação ou direto para a empresa Partners. Após o animal estar devidamente cadastrado, o proprietário do mesmo receberá um boleto referente ao valor do cadastramento, momento em que poderá usar o bônus que é oferecido por algumas empresas fornecedoras de Microchip, se for o caso.


Criador On-line: Faça suas considerações finais.
CELSO:
Gostaria de agradecer ao Criador On-line a oportunidade de podermos sanar dúvidas e esclarecer aos interessados e envolvidos na cinofilia do que se trata o SIRA. Não posso deixar de citar o nome do Dr. Paulo Costa, presidente da FECESP, que com muita coragem, determinação e busca constante da melhoria da Cinofilia Nacional foi o pioneiro em adotar a tecnologia no Brasil no segmento. Parabéns à FECESP e à CBKC. Aproveito a oportunidade para dizer que a Partners está trabalhando no Segmento no Brasil com intuito de beneficiar todos os envolvidos na cinofilia e permanece à disposição dos criadores, clubes, veterinários, proprietários de animais e de quem tiver interesse na tecnologia ou continuarem com dúvidas. É possível entrar em contato com a Partners através do atendimento online ou preenchimento do formulário de contato no site www.partners.inf.br, e-mail contato@partners.inf.br ou ainda pelo telefone (53) 226-2610.

Voltar ao Início

Créditos pela Entrevista:
Samantha Nunes



Jornalista Responsável
Anita dos Santos Gambardella
RP 16.654/SP

Perfil do Entrevistado


Celso Fernando Dias é Diretor Operacional da Partners Brasil, CEO da Partners América do Sul, técnico em eletrônica industrial, analista de sistema, professor no curso técnico em mecatrônica no SENAI e especializado em identificação eletrônica no Canadá e EUA.


E-mail
celso@partners.inf.br

Sites indicados:
www.partners.inf.br
www.rastrear.net
www.petid.com.br
www.petident.com
www.artid.net
www.telemetria.info

 

Foto cedida pelo Entrevistado

 

 

PW84-50981